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05

FEV

2016

Concedemos uma entrevista ao Jornal Design Serra sobre o futuro dos negócios e como prosperar em 2016. Confere as respostas na íntegra:

1. Jornal Design | Muita gente sonha com o negócio próprio, qual o primeiro passo para acreditar que a ideia dará certo?

Patrícia Chiela |

Toda ideia no início parece boa, única e diferente, mas nem sempre é. O primeiro passo é entender se aquela ideia é, de fato, uma oportunidade, se existe demanda ou se é necessário sensibilizar o consumidor e o mercado para o negócio imaginado. Isso está diretamente relacionado com o grau de resposta que se pode esperar e também do esforço. Não tem dinheiro no mundo que faça um negócio sem diferencial dar certo. Somaria a isso a questão de trazer a ideia para a realidade, entender o quanto ela é viável para se transformar em um negócio. Hoje existem várias maneiras de se testar uma versão beta de negócio para medir potencial, isso minimiza o risco e é uma forma de coletar percepções em torno da ideia imaginada. 

2. JD | Atualmente, o que você julga ser o ponto chave para o sucesso? E para o fracasso?

PC |

Acho difícil resumir em um único ponto chave, mas se tivesse que elencar um único fator de sobrevivência considerando um negócio já estabelecido, seria a capacidade de lidar com a imprevisibilidade constante do mercado e dos consumidores. Vivemos hoje um cenário bastante disruptivo em termos de modelo de negócio e entrega de valor, as empresas que incorporarem a inovação na sua cultura e souberem olhar para as oportunidades desse cenário tem mais chances de ficar no jogo. E isso tem relação direta com o funcionamento interno do modelo de negócio como um todo e não só com a comunicação. Ou seja, a inovação precisa existir da porta para dentro e ser comunicada para fora. Ficar no modelo “sempre foi assim e deu certo” é assumir um risco.

3.JD | Você acredita que os coworkings que estão surgindo já são um sinal de que as pessoas estão mais à vontade para empreender?

PC |

Acredito que são parte desse movimento de gerar ideias, de uma economia mais orientada para a colaboração e a inovação – mesmo que inovar no Brasil seja ainda um grande desafio – existe um forte movimento de pessoas buscando compartilhar conhecimento para viabilizar ideias de negócio. Esse modelo de funcionamento surgiu nos Estados Unidos em 2005 com o intuito de ser apenas um espaço de trabalho compartilhado. Hoje já se busca um coworking para fazer networking, ampliar a rede e gerar negócios.

4. JD | No cenário atual, quais são as áreas que estão em crescimento?

PC |

Existem perspectivas de que as áreas ligadadas a tecnologia crescam em grandes proporções nos próximos anos. A ideia é que, cada vez mais, o mundo físico e o digital se tornem um só, através de dispositivos que se comuniquem com os outros, os data centers e suas nuvens. Já estamos vivendo a “Internet das Coisas”, se refere a uma revolução tecnológica que tem como objetivo conectar os itens usados no dia a dia à rede mundial de computadores. A tecnologia será uma aliada a qualquer negócio, de diferentes segmentos. E a força de trabalho que vem aí colabora para esse movimento, uma vez que vivemos um momento em que as gerações que nasceram no ambiente digital estão entrando para o mercado de trabalho. Não conheceram o mundo offline e sem tecnologia.

5. JD | Pela sua experiência, qual o maior desafio de uma empresa se manter hoje?

PC |

Percebo que o maior desafio é não parar de gerar valor. Por mais clichê que isso seja, é sustentar o diferencial no dia a dia, nas pequenas coisas. É aí que se ganha o consumidor. Ele não é mais convencido por um bom anúncio de jornal, ele está em busca do que chamamos de “marcas íntegras”, ou seja, de empresas que entregam o que prometem. Nessa lógica, eu diria que a coerência entre a promessa e entrega é realmente um desafio e passa pelo olhar de integração entre o marketing, o desenvolvimento de produtos, a inovação e gestão de pessoas. Tudo isso comunica. Em negócios menores isso é menos complexo, mas em empresas de maior porte isso ainda é muito departamentalizado. Hoje os consumidores acreditam 9 vezes mais no que as pessoas falam de uma marca do que em anúncios. É preciso integrar olhares para proporcionar uma experiência positiva.

6. JD | Com tanta praticidade nas compras virtuais, o que ainda faz uma empresa física ser sedutora?

PC |

A loja fisica muitas vezes complementa a loja virtual e precisa ser encarada como um local de experiência, proporcionar justamente aquilo que o canal virtual não consegue. Chamamos isso de gestão da experiência, que mais uma vez acontece pela união de diferentes fatores: a arquietura da loja, o atendimento, a degustação de produtos, o sensorial da compra, entre outros itens. Existe um fenômeno chamado “showrooming”, onde os consumidores descobriram que é possível pesquisar e experimentar produtos em uma loja física e comprá-los por um preço mais barato em uma loja online. Isso é crescente e mais do que nunca exige que as marcas deem um show de experiência para a compra acontecer na loja. O ponto de venda é a hora da verdade, onde a promessa precisa acontecer e o valor do negócio deve  aparecer para o cliente. Ele volta se a experiência como um todo for boa, simples assim.

7. JD | Muito se fala sobre consumo consciente, como a estratégia da empresa lida com isso?

PC |

O consumidor está cada dia mais consciente ou sendo conscientizado. Ele espera cada dia mais verdade das empresas e atitudes positivas diante de questões que até então não estavam relacionadas diretamente com o mundo dos negócios. Hoje, a expectativa das pessoas é a de que as empresas pensem além do seu produto e serviço, elas são um agente importante e poderoso de transformação da sociedade. Existem marcas que se utilizam desse contexto apenas como discurso de venda ou de marketing. Existem outras que encorporaram iniciativas no seu modelo de negócio e que enxergam nisso realmente valor, essas começam a sentir que o consumidor está cada dia mais disposto a comprar de negócios consicentes e com propósito.

8. JD | Qual o erro mais comum que você percebe nas empresas que lhe procuram?

PC |

Tanto em empresas já estabelecidades quanto em novos negócios, acho que o maior erro é a pressa. A pressa e a urgência fazem com que o empreendedor tope qualquer coisa, sacrifique os passos certos que precisam ser dados. No caso de empresas que estão nascendo, acredito que o mais comum é abrir um negócio esperando um lucro imediato. Depois de aberto o negócio não está pronto. Ele só começou. Portanto, o trabalho está no início, assim como os investimentos. Depender financeiramente de um negócio que está em introdução no mercado é não respeitar a maturidade natural de uma empresa. Ela precisa ser conhecida, precisa vender, fidelizar clientes e mostrar seu valor e isso demanda tempo. Em negócios mais estabelecidos, o mais comum é a empresa estar há anos atuando da mesma forma e sofrendo as consequência disso e querer revolucionar e ser reconhecida como diferente e inovadora em um curto espaço de tempo. Ninguém reposiciona um negócio de uma hora para a outra. É o preço que se paga por ficar estagnado.

 

JD | Quando uma empresa resolve inovar e ampliar seu leque de trabalho, o que é crucial para esse novo produto ter uma integração com a marca?

PC |

Toda expansão precisa fazer sentido dentro da proposta do negócio e estar diretamente relacionada com os objetivos estratégicos da empresa. Muitas vezes, a empresa está ansiando por lucro e acaba focando em nichos que mais prejudicam a imagem da marca e confundem o consumidor do que contribuem para a rentabilização do negócio. É preciso entender como os novos produtos ou serviços reforçam o valor institucional da empresa ao tempo em que trazem inovação e crescimento. Existem metodologias que garantem que esses movimentos atendam tanto ao mercado quanto ao negócio e que estejam reforçando o posicionamento da empresa diante do seu consumidor potencial ou do seu prospect. Aí, sim, temos o lucro somado à geração de valor e imagem de marca.

9. JD | Quando uma empresa resolve inovar e ampliar seu leque de trabalho, o que é crucial para esse novo produto ter uma integração com a marca?

PC |

Toda expansão precisa fazer sentido dentro da proposta do negócio e estar diretamente relacionada com os objetivos estratégicos da empresa. Muitas vezes, a empresa está ansiando por lucro e acaba focando em nichos que mais prejudicam a imagem da marca e confundem o consumidor do que contribuem para a rentabilização do negócio. É preciso entender como os novos produtos ou serviços reforçam o valor institucional da empresa ao tempo em que trazem inovação e crescimento. Existem metodologias que garantem que esses movimentos atendam tanto ao mercado quanto ao negócio e que estejam reforçando o posicionamento da empresa diante do seu consumidor potencial ou do seu prospect. Aí, sim, temos o lucro somado à geração de valor e imagem de marca.

 

10. JD | Entre tantas grandes empresas detentoras de cases de sucesso, qual delas tem sua admiração pela estratégia de negócio aplicada.

PC |

Eu gosto muito do case do Airbnb. Um modelo de negócio disruptivo, como toda inovação normalmente é. Ele resolve o mesmo problema, que é hospedagem, de outra forma. É simples e criativo. Três destaques em torno do case: a história por traz da empresa é a de que dois estudantes alugaram a república em que moravam para outras pessoas e tiveram a ideia de fazer disso um negócio, oferecendo espaços particulares como alternativa para hotéis. Temos aí a percepção de oportunidade em uma situação corriqueira; Outra questão é a melhoria que fizeram no negócio comprando uma câmera fotográfica e tirando fotos artísticas dos espaços de locação, o que duplicou o faturamente em um mês. Temos aí a noção de que coisas simples podem melhorar um negócio. E por fim, mas talvez o mais genial, é que um dos sócios encarregados da visão estratégica e do desenvolvimento da empresa, mudou-se do seu apartamento para viver em casas ofertadas pelo Airbnb para aperfeiçoar e amplificar o negócio. É isso, levantar da cadeira e ir aonde o negócio acontece de verdade.

07

DEZ

2015

Chegar lá!


Categorias:

Nosso ano foi especial. Vivemos os nove primeiros meses da nossa empresa. Erramos, ajustamos a rota, demos passos planejados, outros que não imaginávamos. Aprendemos muito, mas nunca deixamos de curtir o percurso, nunca perdemos de vista o foco e o nosso "chegar lá". E foram vários, muitos momentos e etapas vencidas que nos fizeram crer que estávamos no caminho certo.

> Atendemos um total de 28 empresas, de diferentes segmentos e formatos, desde empreendedores individuais, passando por novos negócios, até empresas consolidadas. Passamos por Porto Alegre, Bento Gonçalves, Sarandi, Passo Fundo, Camboriu, Santa Maria, até Paris.

> Planejamos 14 negócios, entre diagnóstico, pesquisa, modelagem de produtos, serviços, direcionadores, modelo de negócio e operação, passando pelo branding e estratégia de comunicação. Em cada um deles, ajudamos a testar e implantar novas ideias. Monitoramos os resultados e chegamos lá junto com cada cliente.

> Posicionamos ou reposicionamos 11 marcas, da arquitetura até o planejamento de comunicação. 

> Trabalhamos de forma conjunta com muitos empreendedores em 142 horas de mentoria. Muita troca e construção conjunta.

 

Nossos números nos orgulham, mas eles são apenas um resultado da satisfação que o caminho até aqui nos traz. E nesse caminho, nunca estivemos sozinhos, contamos com a sorte de ter ótimos clientes e parceiros por perto. Que venha 2016 com novos passos que nos levam mais para perto de onde queremos chegar.

30

NOV

2015

As empresas costumam menosprezar o papel das redes sociais no negócio, ao tempo que superestimam o seu resultado e não compreendem a sua real função.

Hoje estar em uma rede social é pensar que o seu negócio está aberto em tempo integral, falando de forma horizontal e próxima com o seu cliente. Você contratou um arquiteto, fez um belo projeto de ponto de venda para receber os clientes na loja? Por que a sua rede social pode ser feita de qualquer forma? Você escolheu a dedo as marcas que vai revender ou pensou em cada detalhe do serviço oferecido? Então por que a sua rede social aceita qualquer coisa?

Muito se fala em branding, que é conjugado no gerúndio não por acaso, mas por ser uma construção constante. E tem algo mais constante do que uma rede social? No meu ponto de vista, a presença digital de uma marca cumpre a função de construir a imagem da empresa. Dessa forma, precisa ter objetivos, precisa ser mensurada e não pode ser economizada.  Não pode ser resumido a um canal promocional, como muitas vezes acontece.

As redes deixaram as marcas mais expostas, mais acessíveis, exigiram mais verdade e integridade de marca. Se pensarmos por esse lado, uma boa comunicação em redes sociais reforça e colabora com a construção de posicionamento, mas precisa vir acompanhada de efetividade na entrega. Nunca as empresas estiveram tão próximas do seu cliente, nunca pequenos e grandes negócios estiveram tão sem hierarquia diante do público. É preciso diálogo com os consumidores.

Para lembrar:

  • Cada post feito, cada frase, cada fotografia, precisa ter a mesma qualidade que você entrega no seu produto ou serviço. As pessoas compram isso e percebem a sua empresa através da promessa das redes sociais.
  • A rede social é o lugar onde se constrói discurso e verdade. Sua estratégia é diferenciação, seus produtos são caros e a sua rede social está focada em desconto e promoção ou não tem nada para mostrar além de produto? Então você está fazendo constantemente uma campanha de 1.99 para uma boutique.
  • Imagine a rede social como um grande catálogo, onde cada comunicação individual precisa fazer sentido no todo, precisa formar uma única mensagem coesa e consistente. A credibilidade da sua empresa também está aí. É como se todo dia fosse preciso fazer um novo anúncio, como se estivesse escrevendo um livro, onde cada post é uma página que precisa contar uma história.
  • Sua marca não precisa estar em todas as principais redes sociais existentes. Melhor estar em uma ou duas, que estejam alinhadas com o que o seu negócio precisa, e fazer bem feito o trabalho.
  • Muitos likes não representam nada se você não tiver real engajamento e envolvimento do público.
  • Assim como em qualquer outro plano tático, o planejamento de conteúdo precisa de objetivos, de métricas, ser monitorado para entender para onde estamos indo, com quem estamos falando, quem estamos atraindo e onde estamos chegando. O seu público potencial tem de 40 a 50 anos, mas nas redes sociais seu envolvimento é com o público de 20 a 30? Tem algo errado aí.
  • O posicionamento de uma marca se constrói todo dia, a cada experiência. De nada adianta fazer um grande esforço concentrado de comunicação para o lançamento da sua marca ou um novo produto e pecar no dia a dia, no que sustenta a construção da marca. Portanto, estamos falando de frequência, contexto e construção.

>>> Invista na qualidade da sua presença digital, procure entender do assunto e perceber os movimentos que estão sendo feitos. É importante para você e estratégico para a construção da sua empresa.

 

Fonte da imagem: kommu.com.br

29

OUT

2015

  1. Ter um negócio precisa fazer parte de um sonho, de uma missão, mas também do espaço das privações. Não conheço nenhum negócio que deu certo e não teve investimento: de sábado, de domingo, de dinheiro, de coração, de esforço, de conhecimento, de inovação, de evolução.
  2. Depois de aberto o negócio não está pronto. Ele só começou. Portanto, o trabalho está no início, assim como os investimentos. Abrir as portas e esperar as pessoas chegarem é suicídio.
  3. “Desglamourise” o empreender. É duro, descabela e dá dor de cabeça.
  4. Toda ideia no início parece boa, única e diferente. A maioria não é. Essa onda do “faça acontecer, vá em frente, tire a ideia do papel” precisa vir acompanhada de consciência empreendedora. É uma multidão atirando dinheiro pela janela. Prefiro uma onda que incentive as pessoas a ter mais certeza se a sua ideia é realmente de ouro.
  5. Uma empresa precisa de diferencial. Na prática: ser melhor em algo diante do que já existe no mercado. Ah, isso não é inovar, isso é ter vantagem sobre o que existe. Inovar, de verdade, é outra coisa, que pouca gente faz, de fato.
  6. Se você quer empreender, não tem dinheiro e não está disposto a abrir mão de viagens, compras e da vida que leva, opere um milagre ou ache um investidor que acredite na sua ideia.
  7. Menos métodos e mais sentido: se você vai usar o modelo de plano de negócio A ou B ou fazer fazer um Canvas com mil cores de posts não importa. Preocupe-se menos em preencher o modelo de negócio para que fique bonito e mais em fazer as coisas terem sentido.
  8. Sucesso não pode ser o objetivo, aparecer e estar na moda do empreendedorismo também não. Empreender é duro, implica em mais renúncias do que prazeres.
  9. Feito é melhor que perfeito? Sim e não. Acho que os negócios e as ideias que nascem de qualquer jeito tem cada vez menos espaço. Tem muita coisa, muita marca, muitas pessoas, muitas informações, o seu negócio não pode errar na largada. Você tem produto bom, mas a identidade não conta a história? Você tem uma linda identidade e não entrega nada ou a operação tem mil falhas? Alinhe pelo menos o “entrego o que prometo” e “prometo o que entrego”. Preocupe-se mais com a entrega.
  10. Tenha uma missão. Não para pendurar na parede, mas para lembrar o porquê você está fazendo o que faz. Tem dias que é isso que te faz ir adiante, tem decisões que só recebem um “sim” porque tem algo maior te sustentando. Tem noites a dentro que valem a pena pelo que te move além do dinheiro.
  11. Ter vinte especializações e falar nove línguas ajuda, mas não te faz um bom empreendedor. O conhecimento está aí para quem quiser consumir, é a “tal era da informação”. Portanto, um super currículo não garante nada, muito menos que você vai dar certo como empreendedor. Ter sido um grande gerente ou diretor não te faz melhor em vários aspectos dentro do negócio “empreendedorismo”.
  12. Ter dinheiro para investir não é garantia de sucesso. Dinheiro não faz o seu negócio ter sentido ou torna bom um produto ruim. O que mais tem por aí são investidores, assim como startups que estatisticamente quebram por problemas societários (desajuste de valores entre os sócios) e inadequação as necessidades do mercado.
  13. Escolha pessoas pela essência, aprender a técnica tem se mostrado mais fácil do que ensinar as pessoas a ter empatia e humildade.
  14. Escolha viver do seu negócio. Parte da recompensa vem de ganhar dinheiro. Se o seu negócio não for a sua atividade principal, ainda assim precisa dar lucro. Parece óbvio? Não é, tem muitas pessoas que mantem negócios abertos pelo ego.
  15. E por fim, mas o mais importante: o seu negócio depende só de você. Ao contrário das empresas, onde temos o colega do lado para dividir os méritos e deméritos, na vida empreendedora se você fizer a roda girar ela anda, se ficar sentado na cadeira ela para e leva a oportunidade junto. É você, sua dedicação, seu senso de oportunidade e capacidade de fazer acontecer. Você é responsável por empreender o negócio que escolheu ter.

Patrícia Chiela

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